quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Mercado de cartuchos em Alta
Os dados da Abinee, são extremamente positivos pois indicam, primeiro, economia aquecida; seguro, segmento ativo; e, terceiro, boas perspectivas para o mercado de impressoras e, consequentemente, para o de cartuchos, de tinta ou laser.
Talvez tenha passado desapercebida da maioria das pessoas quando a Associação Brasileira da Indústria e Eletrônica (Abinee) publicou as excelentes notícias, no final de julho deste ano. Entretanto, o otimismo pode ir além: a pesquisa revela que o Brasil ainda não cresceu tudo o que tem pra crescer. O Comitê Gestor da Internet (GTI) - entidade formada com representantes de vários ministérios, como Ciência e Tecnologia, Comunicações, Defesa e Desenvolvimento, Indústria e Comércio, entre outros - mostrou que somente 19,6% das residências brasileiras possuem computador em 2006. Em igual período, no Leste Europeu, a República Checa tinha densidade de 30%, a Polônia, de 36% e a Eslováquia de 39%. São ou não boas notícias? Entretanto, apesar de todo o otimismo possível, as empresas se pegam em miudezas e impedem seu próprio crescimento, preocupando-se desmedidamente com a concorrência nacional ou internacional.
Fonte: reciclamais
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Iniciativa ecológica da HP Brasil vai ser estendida a outros países
Companhia substitui calço de impressoras e multifuncionais por mistura que inclui polpa e celulaose, fibra de côco e cana-de-açúcar.
A HP Brasil pode inspirar os demais países em que a companhia americana atua na substituição dos calços de impressoras e multifuncionais que hoje utilizam isopor, material de difícil decomposição no meio ambiente.
A subsidiária brasileira desenvolveu um modelo de embalagem composto de polpa de celulose, fibra de côco e cana-de-açúcar que, além de não ter os inconvenientes ambientais do isopor, é feito dos resíduos dos próprios testes de impressão da companhia.
Como a HP produz cerca de 1 milhão de impressoras e multifuncionais por trimestre no Brasil, ou cerca de 4 milhões por ano, além do benefício ao meio ambiente ela conseguiu gerar a criação de três companhias que hoje produzem as embalagens 'ecológicas'.
"Como a HP é uma companhia muito grande, toda iniciativa que ela adota tem um efeito multiplicador muito amplo", explica Kami Saidi, diretor de operações da HP para o Mercosul que também dirige o Green Team da companhia na região.
Mas Saidi tem projetos ainda mais ambiciosos na área de meio ambiente. Hoje, a HP Brasil dispõe de programas de coleta de bateriais e periféricos para reciclagem, mas os equipamentos prontos - como as próprias impressoras - que retornam do usuário em uma troca, hoje ficam a cargo dos varejistas, algo sobre o qual a fabricante não tem controle, já que não vende diretamente ao usuário final.
A idéia de Saidi é criar "o mais avançado projeto de reciclagem do setor eletroeletrônico", em um processo que envolva uma ampla rede de logística reversa para recolher produtos de todos os tipos e de todas as marcas e, assim, evitar a sua deposição de forma inadequada no meio ambiente.
Segundo o executivo, "será um processo totalmente automatizado de reciclagem e reintegração das partes do equipamento à cadeia produtiva". Ele espera que em cerca de um ano consiga executar a idéia, que envolveria parceria com outras companhias da área de TI.
Para acelerar a coleta de suprimentos, pilhas e baterias, a campanhia adotou as etiquetas inteligentes (RFID) para que, assim que um cliente leve uma impressora antiga para aproveitar uma promoção na compra de uma nova, a etiqueta dispare um aviso para a central de coleta que, assim, pode otimizar seu trajeto e acelerar a busca.
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Impressora faz cópias 3D de objetos
O anúncio foi feito pela Desktop Factory, uma companhia da IdeaLab, que promete prototipagem rápida de objetos usando plástico.
O primeiro modelo chegou ao mercado com custo de 5 mil dólares. Em quatro anos, a companhia estima que o custo vai cair para mil dólares, segundo reportagem publicada no jornal norte-americano New York Times.
Impressoras 3D, na verdade, não são novidades. Elas são usadas, há tempos, pela indústria para testar peças de vários produtos antes de entrar em produção.
Mas nenhuma delas, até agora, tinha tamanho e preço capazes de levá-las para dentro das residências, pois a impressora 3D é parecido com uma comum a laser e pode caber em qualquer mesa.
De acordo com a reportagem do New York Times, as impressoras 3D montam um objeto a partir de uma disposição de partículas de um material, construindo modelos em um pilha de camadas muito finas.
Fonte: IDG Now
Abaixo um vídeo captado do youtube para mostrar mais ou menos o que essas máquinas podem fazer! Vale a pena conferir.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Venda de impressoras cresce mais de 23% no primeiro trimestre de 2007
O número de impressoras vendidas no primeiro trimestre de 2007 aumentou 23,3% em relação ao mesmo período de 2006, segundo o estudo Brazil Quarterly Hardcopy Peripherals Tracker, da consultoria IDC. Foram comercializados quase 900 mil equipamentos.
Houve equilíbrio na venda de impressoras a laser e jato de tinta. A primeira cresceu 23,6% e a segunda, 23,8%. A consultoria espera que, até o fim de 2007, quatro milhões de impressoras sejam vendidas, levando o setor a crescer 16% sobre 2006.
Um dos fatores que levaram ao aumento de compras de impressoras foi a queda de valor dos equipamentos, analisou o estudo. A IDC acredita também que a facilidade de pagamento oferecida pelo varejo colabora com o aumento dos números.
Além disso, o mercado corporativo passou a investir mais em impressoras e novos contratos foram fechados para terceirizar impressões.
O analista Luciano Crippa aponta que, devido ao custo mais baixo, o usuário doméstico prefere as multifuncionais a jato de tinta. Este ano, modelos multifuncionais a laser foram inseridos no varejo, também com preços menores.
Publicada em 18 de julho de 2007 por IDG Now
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Reciclagem é feita em menos da metade dos cartuchos de impressão
Além disso, algumas empresas “reciclam” os cartuchos quebrando-os, no intuito de evitar a reutilização dos mesmos e diminuir seu lucro.
O relatório afirma que fabricantes de equipamentos originais (OEM, do inglês original equipment manufacturers) e empresas que reutilizam os cartuchos estão competindo para coletar cartuchos usados.
A coleta é difícil, uma vez que espera-se que os consumidores enviem seus cartuchos usados a empresas que os reutilizem - mas o custo da postagem às vezes excede o valor obtido com o retorno de um cartucho.
Entre os cartuchos reutilizados, 80% dos toners e 86% dos modelos a jato de tinta são jogados no lixo por ser pouco econômico preenchê-los novamente.
Os fornecedores terceirizados coletam 70% mais toners vazios das OEMs e 700% mais de cartuchos a jato de tinta que as próprias OEMs.
Recentemente aplicada, a diretriz Waste Electrical and Electronic Equipment (WEEE) não ajuda os fabricantes que reutilizam os cartuchos, uma vez que os vazios vão para as autoridades locais ou outros centros de reciclagem.
A pesquisa ainda revela que as empresas de reaproveitamento podem reduzir a demanda geral por novos cartuchos em 20%. Se poucos padrões de tamanho e tipo de cartucho, assim como o das pilhas AA, fossem implantados, a reciclagem seria mais fácil, afirma a InfoTrends.
O relatório sugere que alguns fabricantes de impressora, como a Xerox e a Lexmark, começam a perceber que a reutilização é melhor que a reciclagem.
Chris Mellor
Publicada em 24 de julho de 2007
http://idgnow.uol.com.br/
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
O ouro está no lixo
Por Carlos Ossamu Revista Veja Especial Tecnologia - 08/2007
Um problema de difícil solução surgiu na esteira da tecnologia: o que fazer com a sucata eletrônica? De acordo com a ONU, o planeta descarta por ano 50 milhões de toneladas desse tipo de resíduo. Do ponto de vista ambiental é um desastre.
O material plástico das carcaças de computador leva séculos para se decompor na natureza. Os componentes, como as placas-mãe, estão recheados de metais pesados, como mercúrio, chumbo, cádmio e berílio, altamente tóxicos.
O problema só não é mais grave na Europa e nos Estados Unidos - os maiores produtores mundiais de sucata eletrônica - porque 70% de todo o lixo é enviado gratuitamente ou vendido a preços simbólicos à China.
A principal riqueza de Guiyu, cidade do litoral chinês com 150.000 moradores, é precisamente o garimpo no lixo eletrônico. Oito em cada dez habitantes, incluindo crianças e idosos, passam o dia destroçando carcaças de computadores, aparelhos de fax e outras peças. Buscam metais que possam ser recuperados e revendidos, como cobre, aço e ouro.
As placas-mãe das máquinas são desmontadas em fogareiros de carvão. As carcaças de PVC também são derretidas para aproveitamento, um processo que libera gases tóxicos.
Estudos constataram que o solo da região está contaminado por metais pesados. Não resta uma só fonte de água potável num raio de 50 quilômetros da cidade. Essas informações alarmistas não tiram o entusiasmo dos recicladores. Ao contrário.
Esse tipo de ferro-velho constitui um negócio tão promissor que outros países, particularmente a Índia e a Nigéria, passaram a disputar com os chineses os carregamentos de sucata eletrônica.
ESTATÍSTICAS
Há mais ouro em 1 tonelada de PCs do que em 17 toneladas de minério bruto do metalPilhas e baterias, como as de celular e notebook, demoram 500 anos para se decompor na natureza;
As placas de circuitos eletrônicos são 40 vezes mais ricas em cobre do que o minério bruto do metal;
Nos EUA, 304 milhões de aparelhos eletrônicos são jogados no lixo a cada ano. Seis em cada dez deles ainda funcionam.
Fonte: www.planetasustentavel.com.br
segunda-feira, 18 de junho de 2007
#15# Lançamento: Máquina para recarga de cartuchos toner
A ESTAÇÃO COLETORA DE PÓ (CICLONE) é um equipamento ideal para reciclagem e limpeza de cartuchos laser (toner). Um produto profissional que elimina TOTALMENTE o pó através de seu alto poder de sucção, deixando o cartucho pronto para a recarga.
QUAIS AS VANTAGENS DA ESTAÇÃO COLETORA DE PÓ CICLONE?
A Estação Ciclone foi projetada para melhor atender as necessidades de sua empresa. O maquinário evita que o pó vá para o ambiente quando se está trabalhando com cartuchos toner, através do seu alto poder de sucção que faz com que os resíduos de pó sejam aspirados e armazenados em compartimentos especiais, com uma capacidade para 50kg de resíduos.
A máquina foi desenvolvida em março de 2005, passando por 1 ano de testes e modificações até que chegasse ao que a máquina é hoje. Inicialmente foi desenvolvida para uso próprio da empresa Master Ink, mas como as visitas no local sempre foram freqüentes, os clientes passaram a pedir para que colocássemos essa máquina para venda no mercado. Assim no começo era apenas sob encomenda, entretanto como os pedidos sempre foram grandes, passamos a produzir em série. Um sucesso absoluto no mercado de reciclagem de toner.
O maquinário é ideal para empresas que reciclam cartuchos toner Pequena / Média / Grandes empresas). Por ser um aparelho profissional sua empresa estará um passo a frente de seus concorrentes, ganhando em qualidade, limpeza e saúde de seus colaboradores. Além disso, este equipamento é aceito por órgãos ambientais para liberação de licença de funcionamento.A máquina possui filtros de pó tipo manga, em tecido de polipropileno de baixo custo que podem ser lavados e reutilizados. Os filtros possuem um sistema de auto limpeza por jatos de ar comprimido que são disparados por um temporizador (timer).
Outra vantagem da máquina é que ela possui um regulador de pressão do ar onde é ajustada a pressão do disparo, evitando problemas nas carcaças a serem recarregadas.
Ao adquirir uma Estação Coletora de Pó CICLONE, nosso cliente tem a oportunidade de realizar um curso, sem nenhum custo adicional, dentro de nossa empresa. Este curso baseia-se em transmitir detalhes peculiares de cada cartucho, apresentar os tipos de pó adequados para cada modelo e dicas para melhorar sua qualidade do cartucho, funcionamento do processo de limpeza. Enfim, tudo que a sua empresa precisa para alcançar bons resultados.
Dimensões
Largura: 1 metro
Comprimento: 1,5 metros
Altura: 2,4 metros
Saiba mais no site: www.masterink.com.br
